O projeto Cor de Tangerina, nascido em 2006, é mais do que um restaurante, definindo-se como um espaço de aprendizagem e transformação que cultiva um profundo respeito pela natureza e pelas pessoas. Através de uma alimentação natural e integral, preparada com ingredientes de produtores locais e agricultura biológica, a sua equipa procura nutrir o corpo, a mente e o espírito, rompendo com a aceleração da vida moderna. Cada momento à mesa é encarado como uma experiência sensorial e educativa única, onde a cozinha é um laboratório de alquimia e o atendimento é personalizado, com o objetivo maior de criar uma conexão harmoniosa entre a terra, a mesa e a comunidade, celebrando a simplicidade e a riqueza de uma vida consciente.
A Cor de Tangerina foi surpreendida este ano com a nomeação para o 7 Maravilhas da Nova Gastronomia com 2 categorias, Vegetarino e Vegan.
Deste grande desafio sagramo-nos os grandes vencedores da categoria vegan, com o prato Mil-Folhas de Batata, Cantarelos e Bolota. Um prato que valoriza a nossa herança gastronómica e a soberania alimentar.
O nosso muito obrigada por todo o apoio.
Conheça os mentores da experiência Cor de Tangerina, os Chefs Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte. Desde 2006, esta dupla lidera com paixão um projeto que vai muito além de um simples restaurante, transformando-o num espaço de transformação através da comida. A sua visão parte de um profundo respeito pela natureza e pelas pessoas, materializando-se em pratos que são verdadeiras jornadas sensoriais, criados para nutrir o corpo, a mente e o espírito.
Sob a sua batuta, cada refeição é uma oportunidade única para desacelerar e se reconectar com o essencial. Trabalhando exclusivamente com produtores locais e ingredientes biológicos, eles recriam memórias à mesa e convidam-no a uma autêntica revolução harmoniosa do ser. Esta não é apenas uma refeição; é uma imersão gastronómica que celebra a simplicidade e o sabor. Reserve o seu lugar e permita-se embarcar nesta jornada que irá ressignificar a sua forma de ver e sentir a comida.
A Cor de Tangerina ao longo destes 19 anos teve na sua acção central um restaurante, ovolacto vegetariano, cujos braços alcançam também produção na sua padaria e pastelaria para produção própria – seja para o serviço interno, seja para encomendas para fora-, e uma loja do comércio justo. Neste momento o restaurante continua a operar (principalmente fins-de-semana) mas com um horário mais flexível, na medida que nos dedicamos aos projectos formativos e eventos de forma cada vez mais profunda e regular. Trabalhamos em estreita ligação com os nossos agrocultores locais, com certificsação biológica e com praticas equitativas do ponto de vista comercial. Criamos os nossos menus de forma sazonal e o mais local possível, com inspirações do mundo, mas atendendo à região. Neste espaço temos capacidade para as principais refeições, seja em modo degustação personalizada, seja em modo buffet.
Promovemos também aqui as nossas refeições principais de portas abertas aos clientes, formações, tours gastronómicas sustentáveis pela cidade, provas de vinho comentadas , residências gastronómicas e eventos de fogo no chão.
Comer é um gesto que revoluciona e ensina. Nesta vertente, temos tido a oportunidade de criar e colaborar em cursos, workshops, módulos, residências gastronómicas e festivais onde a gastronomia sustentável é aplicada, simplificada e partilhada – aumentando assim a literacia alimentar em todos os grupos. Desde padaria artesanal , a pastelaria saudável ou até mesmo pelo essencial da cozinha de origem vegetal, ensinamos como a sensibilidade e conhecimento culinários são processos enriquecedores e transformadores para o bem-estar individual e coletivo. Ajudamos desde privados até instituiçõeseducativas públicas a transmitir estes conhecimentos com foco na sustentabilidade e criatividade, bem como na ignição de novos negócios e no desenvolvimento de produtos específicos. Partilhamos os nossos saberes em showcookings para eventos diversos para destaque de produtos específicos. Atuamos desde os 3 aos 103 anos, numa lógica de envolvimento participado pelas pessoas, autoras do mais fundamental: a partilha das suas memórias, potencialidades e afectos que fazem parte da base de qualquer formação nossa.
As nossas formações mais regulares são:
Juntar pessoas para celebrar à mesa é dos hábitos que mais une afectos e memórias em momentos significativos das nossas vidas. Temos vivido momentos muito personalizados, humanizados e criativos com os nossos clientes onde proporcionamos no nosso espaço (um edifício histórico com 300 anos com um jardim privado e um espaço interior acolhedor) ou fora dele (casas privadas, museus, associações, escolas, quintas, cozinhas, jardins) as celebrações mais diversificadas. Desde casamentos, batizados, jantares de grupo de amigos, jantares de empresas, pedidos de casamento, jantares de natal, almoços de família, jantares temáticos,… tem sido uma jornada muito criativa e enriquecedora. Trabalhamos também com entidades que queiram promover para os seus eventos coffee breaks, almoços e porto de honra com 100% de sustentabilidade desde o menu até aos materiais das logística.
Juntar pessoas para celebrar à mesa é dos hábitos que mais une afectos e memórias em momentos significativos das nossas vidas. Temos vivido momentos muito personalizados, humanizados e criativos com os nossos clientes onde proporcionamos no nosso espaço (um edifício histórico com 300 anos com um jardim privado e um espaço interior acolhedor) ou fora dele (casas privadas, museus, associações, escolas, quintas, cozinhas, jardins) as celebrações mais diversificadas. Desde casamentos, batizados, jantares de grupo de amigos, jantares de empresas, pedidos de casamento, jantares de natal, almoços de família, jantares temáticos,… tem sido uma jornada muito criativa e enriquecedora. Trabalhamos também com entidades que queiram promover para os seus eventos coffee breaks, almoços e porto de honra com 100% de sustentabilidade desde o menu até aos materiais das logística.
Juntar pessoas para celebrar à mesa é dos hábitos que mais une afectos e memórias em momentos significativos das nossas vidas. Temos vivido momentos muito personalizados, humanizados e criativos com os nossos clientes onde proporcionamos no nosso espaço (um edifício histórico com 300 anos com um jardim privado e um espaço interior acolhedor) ou fora dele (casas privadas, museus, associações, escolas, quintas, cozinhas, jardins) as celebrações mais diversificadas. Desde casamentos, batizados, jantares de grupo de amigos, jantares de empresas, pedidos de casamento, jantares de natal, almoços de família, jantares temáticos,… tem sido uma jornada muito criativa e enriquecedora. Trabalhamos também com entidades que queiram promover para os seus eventos coffee breaks, almoços e porto de honra com 100% de sustentabilidade desde o menu até aos materiais das logística.
Sabemos que cada ser se insere num contexto colectivo que o acolhe e impulsiona. Essa energia, essa história e todos os significados ganham novas formas quando os investigamos sob um olhar atento, participado e sensível às marcas de um determinado território, cultura ou região. Nesse sentido, a sociologia da alimentação e o ativismo alimentar na luta pela soberania alimentar – têm sido disciplinas nas quais nos temos debruçado enquanto criamos produtos ou ideias novas. Disso são exemplo a nossa integração como membros do SlowFood e do Comércio Justo (Fair trade), bem como a nossa criação de projectos de estudo e celebração comunitária como o Paladário(celebração da herança alimentar regional) e do nosso Remoinho (estudo e arte sobre o património molinológico local e como voltar a valorizá-lo). Estas duas obras foram co-criadas com a parceria da Casa da Memória de Guimarães e da Camara Municipal de Guimarães. Participamos também numa comedoria com a empresa Onda Amarela no Centro Internacional José de Guimarães, bem como em Sever do Vouga ou Macieira da Lixa em eventos sobre criação artística participada onde a gastronomia foi um dos elementos trabalhados, seja através das memórias, seja depois em performance.
Para registar parte dos projetos educacionais e culturais que executamos, produzimos algumas publicações, as quais carregam o peso da nossa herança e do cuidado com a comida.
Estudos comunitários e locais em torno do património vegetal de Guimarães/Minho, por Liliana Duarte.
Através da investigação de Liliana Duarte, respigámos os modos de fazer ancestrais do cultivo e da colheita do milho, do centeio e de outros cereais mais antigos usados para o fabrico do pão do Minho. Várias expressões artísticas foram chamadas para mergulhar num processo criativo e multidisciplinar: o teatro, o canto, a música, a poesia e a fotografia. Manuela Ferreira, Madalena Gonçalves, Luís Almeida, Samuel Coelho e Miguel Oliveira, foram os artistas que nos acompanharam nos processos de recolha no território e posterior transformação de ideias.
Um grupo de pessoas da comunidade mais alargada vimaranense, prontamente, respondeu à iniciativa lancada pela Casa da Memória de Guimarães: recriar o património dos moinhos e do pão integrando-o nos usos da contemporaneidade. Neste pequeno caderno de memórias, registámos alguns dos momentos que resultaram destes encontros.
Resta-nos agradecer a todo/as o/as que se ligaram connosco no movimento Remoinho, numa participação ativa com o objetivo de relembrarmos e chamarmos a atenção para as potencialidades na vivência atual de um património facilmente esquecido na região.
REMOINHO 2023/24 em parceria com a Casa da Memória de Guimarães
Nossos Horários
Segunda e Terça: Encerrados
Quarta e Quinta: Almoço (12h-14h30)
Sexta e Sábado:
Almoço (12h-14:30h) | Jantares (19:30h-22h)
Domingo: Almoços (12h-15h)
Contatos
cordetangerina@gmail.com
(+351) 966 876 165
(custo de chamada para rede móvel nacional)
Largo Martins Sarmento, 89
1.º andar | 4800-432 | Guimarães
(em frente à estátua do D.Afonso Henriques, junto ao Paço dos Duques de Bragança)
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